Publicado por: danielbiologo | 26 julho 2010

Trânsito ruim agora nos bairros

26 de julho de 2010. | N° 837

TRÂNSITO

Trânsito ruim agora nos bairros

Congestionamentos não são mais exclusividade do Centro de Joinville. “AN” percorreu ruas e encontrou problemas em diferentes regiões. Confira exemplos nas zonas Sul, Norte e Oeste

Se os problemas do trânsito em Joinville fossem diagnosticados numa linguagem clínica, os médicos provavelmente diriam que a cidade é vítima de uma epidemia. Nesse caso, a doença seria o crescimento acelerado da frota de veículos, que causa o entupimento da malha viária.

Já são mais de 270 mil veículos em circulação na cidade. Esses números preocupam porque representam um aumento que passa de 70% nos últimos sete anos. E as ruas da cidade não foram planejadas para suportar tanto crescimento.

Principalmente as vias dos bairros, que têm menos estrutura para dar conta do vaivém intenso de veículos nos horários de pico. Os sintomas desse problema são estrangulamentos nas principais ruas do Norte ao Sul da cidade.

Antes de o relógio marcar 18 horas, as ruas Guanabara, Graciosa e Santo Agostinho, na região Sul, já fervem. Situação parecida ocorre com as ruas Dona Francisca e Santos Dumont, na zona Norte. Sem falar dos congestionamentos na região central.

Há projetos que poderiam evitar o caos, mas a solução desses problemas não depende apenas de obras. Por isso, os especialistas são incapazes de apontar um remédio capaz de solucionar o problema a curto ou médio prazo.

“A frota de Joinville tem duplicado a cada dez anos nas últimas três décadas. O sistema viário não é capaz de suportar o crescimento nesse ritmo”, diz o diretor executivo do Ippuj, Vladimir Constante.

Na opinião dele, apenas parte da solução está na criação de binários e obras de duplicações. “Elas podem melhorar a situação e são mais seguras do que avenidas. Só que não podem ser implantadas em qualquer rua e o custo é alto”, comenta Vladimir.

Então, qual seria a receita para descongestionar os bairros da cidade? A resposta do diretor executivo do Ippuj é simples. “Apostar mais no transporte coletivo é um começo. Investir em calçadas e faixas para ciclistas também. O resto são medidas paliativas”, diz.

Retirado daqui.

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