Publicado por: danielbiologo | 7 março 2010

FURTO DE BIKE

7 de março de 2010 | N° 8735

Magrelas na preferência dos ladrões

Joinville está no topo do ranking das cidades de Santa Catarina onde mais ocorre o crime

O bancário Júlio César dos Santos, 24 anos, é um apaixonado por bicicletas. Mas já ficou a pé. A Caloi 300 recém-comprada por ele foi furtada de dentro da casa da noiva, no Bairro Aventureiro, em Joinville, há pouco mais de três semanas.

Júlio é um dos catarinenses vítimas dos ladrões de bicicleta. Um levantamento da Secretaria de Estado da Segurança Pública aponta que Joinville, é a cidade do Estado onde mais se registra esse tipo de crime. No ano passado, foram 569 ocorrências (detalhes na página ao lado).

Foi a terceira vez que o bancário teve uma bike furtada na cidade nos últimos anos.

– Ainda estou pagando a última que me furtaram. Como não consigo ficar sem andar de bicicleta, precisei comprar outra.

A maior parte dos furtos ocorre dentro de casas, condomínios e locais de serviço. Para recuperar uma bicicleta, é difícil: as delegacias não mantêm um cadastro das que são furtadas ou recuperadas, como acontece com veículos.

Os ladrões investem nesse tipo de ataque pela facilidade de vender uma “magrela” furtada. Em Joinville, na maioria dos casos de bicicletas recuperadas, o dono – ou algum amigo ou parente – reconheceu a bike nas mãos de outra pessoa e avisou a polícia.

O delegado Rodrigo Gusso, da delegacia de furtos e roubos de Joinville, lembra que quem se arrisca a comprar uma bicicleta sem nota fiscal, da mão de outra pessoa, pode responder pelo crime de receptação. A pena prevista é de um a quatro anos de reclusão, mais multa.

– Quem compra de outra pessoa um objeto com valor mais baixo sabe que deve ter alguma coisa errada.

Escolher o cadeado certo é uma missão importante

Uma das formas de evitar o furto é investir em segurança. No mercado, há uma variedade de preços e modelos de cadeados. A polícia alerta que, alguns vendidos no mercado alternativo, são frágeis e, por isso, fáceis de serem arrebentados.

A comerciante Alexsandra Turnes, dona de uma loja especializada no ramo, sugere o uso de uma corrente de aço pesada, coberta com plástico e com trava reforçada. Custa R$ 30.

– O ladrão vê o cadeado e desiste do furto – avalia.

Retirado daqui.

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