Publicado por: danielbiologo | 24 fevereiro 2010

Beira-Mar e Ciclovia …

24 de fevereiro de 2010 | N° 8724

URBANISMO

Oito meses de obras na Beira-Mar

Trabalho nas laterais da principal avenida de Florianópolis prevê alargamento de calçadas

Homens trabalhando, máquinas e caminhões carregados de pedras. É o que se vê ao passar pela Avenida Beira-Mar Norte, um dos cartões postais de Florianópolis, que passa por um processo de revitalização. A maior diferença será sentida pelos pedestres e ciclistas que costumam passear ou se exercitar nas calçadas da avenida. A largura passará de 2,5 metros para cinco metros.

A obra, prevista para terminar em outubro, custará R$ 8,8 milhões. Desse total, R$ 6 milhões serão pagos pela Celesc Distribuição, que está construindo duas linhas de transmissão subterrâneas no entorno da Beira-Mar – juntas as linhas têm 10,7 quilômetros. O pagamento é uma compensação pelo uso do espaço público. Os R$ 2,8 milhões restantes serão pagos pela prefeitura.

O trecho revitalizado mede 3,4 quilômetros. Vai do Bar Coxixo`s até o Trapiche (detalhes na ilustração ao lado). Para aumentar as calçadas, serão colocadas pedras no mar, que vão segurar o aterro.

– Em 30 anos, o trabalho da maré levou as pedras. Além disso, a ciclovia precisará ser revestida porque o asfalto se desgastou. Em alguns lugares as pedras aparecem – disse o secretário-adjunto de obras da prefeitura, Luiz Américo Medeiros.

O trecho foi escolhido porque é o de maior movimento da avenida. Segundo o secretário-adjunto, falta espaço para as pessoas que passeiam, andam, correm ou pedalam no local.

Trapiche poderá receber embarcações pequenas

Outra medida será a revitalização do trapiche, interditado desde outubro de 2006 pela Defesa Civil. Escunas e barcos de pequeno porte poderão atracar no local. Será montada uma plataforma mais perto do mar para que os pescadores tenham um espaço melhor.

Também será construído um heliponto perto do monumento em homenagem à Polícia Militar.

Atualmente, em caso de emergência por causa de acidentes, os helicópteros de resgate pousam na pista, o que torna a manobra mais arriscada e atrapalha o trânsito.

O asfalto da avenida, uma das reclamações dos motoristas, ficará para uma próxima etapa. O projeto do novo revestimento está em fase de conclusão, segundo a prefeitura. O custo e a data para o lançamento ainda não foram definidos.

– No ano passado começamos a fazer a revitalização, mas tivemos problemas por causa das chuvas e acabamos cancelando o contrato – disse Luiz Américo.

A obra será feita à noite para não causar transtornos e os engarrafamentos registrados em 2009.

Retirado do DC, veja aqui.

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