Floripa: Bicicletadas em 2012
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O que fazem com os ciclistas na ponte
Mundo ideal
“Casal de bicicleta subindo a Ponte Pedro Ivo. GMF deslocando para o local”, registrou o Twitter da Guarda Municipal de Florianópolis na segunda-feira (23) à tarde. No mundo ideal, ao invés de impedirem os ciclistas de trafegar pela ponte, os agentes da GMF deveriam escoltá-los e protegê-los da selvageria motorizada.
Conteúdo publicado no Jornal Notícias do Dia, na Coluna Ponto Final, do Carlos Damião, em 24 de janeiro de 2012.
Última Bicicletada do ano
A tradicional BICICLETADA na última sexta feira de cada mês, por uma cidade com mais bicicletas e menos carros!
Edição extra! Ou seria esta a edição comum e a outra foi a extra?
SEXTA FEIRA – 30/12/2011
Concentração a partir das 18h na pista de skate da Trindade (ao lado do Iguatemi)
Parte: 19h
Retorna: ~21h
Roteiro definido na hora (sugestão: sul da ilha, pra manter a pressão), +-20km.
Ritmo leve, clima de festa!
Convide seus amigos!
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Feliz Natal!
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Bicicletada Floripa de Natal antecipada para esta sexta
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Charge – Feux Rouge!

A charge acima é de autoria de Leonel e mostra o personagem Zé Mané em tira publicada no periódico Hora de Santa Catarina de 25 de novembro de 2011, que pode ser vista também aqui.
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Bicicletada do Bigode e Manifestação pela Ciclovia na SC-405
Charge – Lei Seca
A charge acima é de autoria de Marco Aurélio e foi publicada no blogue Os Diaristas em 11 de novembro de 2011.
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Audiência Pública no Notícias do Dia
A reportagem abaixo foi originalmente publicada no Jornal Notícias do Dia, edição de Florianópolis, no dia 11 de novembro de 2011 (pág. 7).
(veja em PDF)
BICICLETAS
IPUF apresenta novo projeto
Florianópolis - O Ipuf (Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis) divulgou o projeto Bicicleta Pública, um sistema público de aluguel de bicicletas com 11 estações na Capital, a partir de novembro de 2012. Serão apresentadas hoje informações detalhadas do projeto. Segundo a prefeitura, pelo menos três empresas estão interessadas na licitação.
A mobilidade urbana tem sido uma das questões mais debatidas em Florianópolis ultimamente, assim como a implantação de transporte alternativo. Obras como a duplicação da SC-401, o alargamento da SC-405 e o elevado Rita Maria, em andamento, têm objetivo de desafogar o trânsito da Ilha. No entanto, apenas uma das três obras prevê ciclovias. Florianópolis tem 40 quilômetros de ciclovias e ciclofaixas.
[Nota: é de grande infelicidade que não esteja sendo implementado sistema cicloviário na SC-405, onde crianças trafegam para irem à escola com automóveis ao seu lado, e que o Elevado do Rita Maria esteja onde deveria ter sido instalada, há anos, uma passarela de pedestres para a conexão entre a travessia do continente e o centro de Florianópolis]
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Carlos Damião – Idéias velhas para a nova quarta ponte

Quarta ponte resgata ideias da segunda
Impossível não perceber semelhanças entre as duas propostas, quanto à urbanização e humanização da cidade

Projeto do Aterro da Baía Sul, do início da década de 1970, como imaginado pelo governador Colombo Salles - e jamais implantado, por causa da resistência política. Divulgação: Acervo Carlos Damião.
A proposta da quarta ponte entre Ilha e Continente é, sim, muito bonita, moderna e audaciosa. No entanto, ao assistir o vídeo apresentado nesta segunda-feira (7) pelo governo, voltei imediatamente à década de 1970 e ao minucioso projeto da ponte Colombo Salles, construída pelo governador de mesmo nome. Colombo, que era um visionário, contratou uma equipe de primeira linha para dar forma à segunda ponte e ao aterro da Baía Sul. O então governador era um profissional da área – engenheiro especializado em portos e canais – e, portanto, sabia muito bem o que pretendia. Contratou o paisagista Burle Marx, um ícone do urbanismo brasileiro, para projetar a ocupação do aterro. E sabem o que o urbanista propôs? Quase tudo o que está no estudo apresentado por Raimundo Colombo nesta segunda-feira (7): prédios funcionais, comerciais e residenciais, praças, pistas para práticas de atividades físicas, quadras esportivas, muito verde, marinas. O que nos leva a refletir: serão os críticos de hoje os mesmos do passado, que impediram a implantação do projeto de Burle Marx e permitiram que o aterro da Baía Sul assumisse esse aspecto de quintal de oficina mecânica?
Disse tudo
E o Guga Kuerten, na apresentação da proposta da quarta ponte, hem? Disse tudo: antes do novo Plano Diretor, não dá para implantar um projeto tão audacioso.

Proposta do atual governo para o aterro continental: a concepção geral de urbanismo é a mesma projetada na década de 1970.
Desvios…
Com as modificações do trânsito na região do futuro elevado Rita Maria, os pedestres ficaram sem chance para atravessar a rua, porque a sinaleira foi desativada. O leitor Jaison Lucas Palhares Filho questiona a falta de cuidados do poder público quanto às pessoas que circulam pela região.
Disputa
O “Do alto da minha ignorância, acho pouco inteligente uma coleção de pontes concentradas na mesma área disputando as mesmas vias de acesso”. Da escritora Norma Bruno, em seu Twitter (@norma_bruno).
Conteúdo publicado no Jornal Notícias do Dia, na Coluna Ponto Final, do Carlos Damião, em 08 de novembro de 2011.
Saiba mais:
Respondendo à primeira pergunta: não. O aterro da Baía Sul foi abandonado por uma série de disputas políticas partidárias e econômicas, tendo a implantação do espaço destinado ao público seguidamente procrastinado, até ser-lhe dado outra utilidade.







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